domingo, 27 de julho de 2008

III CBPOT


Entre os dias 16 a 19 de julho participei do III CONGRESSO BRASLEIRO DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO.
Nota 1.000!!!

Seja!


http://www.lazuliterapias.net/

A partir do mês de agosto formarei grupos de Gestão de Carreiras, em empresas e hotéis, colocarei maiores informações deste projeto em breve, o espaço onde acontecerão os encontros é o Lazuli, entre no site e conheça a equipe.

Acredito que o caminho para a felicidade é o voltar-se para dentro, conhecer a sua casinha, se amar, respeitar-se para que assim, possas fazer o mesmo pelo outro.
Escolhi o Espaço Lazuli para esta parceria pois essa busca não é solitária, muitos mestres, profissionais tem esse dom e estão a disposição para nos ajudar. Basta você aceitar o convite.
Hoje participo do Espaço Lazuli não só como profissional, mas também como cliente. Recebo Reiki e este trabalho tem trazido para mim respostas sobre meus propósitos de vida, sobre meu verdadeiro eu.
E lá tive a oportunidade de ler um livro, pequeno mas cheio de sabedoria: Faça sua luz brilhar_Neale Donald Walsch que me trouxe mais uma resposta, anotei para colocar aqui:
"..Ser é um estado no qual alguém se encontra, não uma ação que alguém faz.."
Não fazemos alegria, bem-estar, felicidade, mal-estar, inveja..etc..Somos, sentimos, vivemos o estado que nos permitimos sentir e que está de acordo com o nosso propósito de vida.

"Ser quem você realmente é, é exatamente a luz que você está tentando trazer o mundo."

Como se destacar na empresa?

http://idealtv.com.br//programas.php?programa=9

Olha lá mais uma dica do Canal Ideal...vai lá...Sucesso!!!

Consultoria Janaína_Informação

INFORMO AOS INTERESSADOS QUE ATÉ O DIA 21 DE JULHO ESTOU PARTICIPANDO DE UM PROJETO, COMO CONSULTORA NA COOPERATIVA DE CRÉDITO-SICREDI-, PARA ABERTURA DE NOVAS UNIDADES DE ATENDIMENTO EM BLUMENAL, BRUSQUE E TUBARÃO.
QUEM QUISER ENVIAR CURRÍCULOS PARA INDICAÇÃO DE VAGAS GERENCIAIS, SEGUE MEU e-mail: jsbpsi@hotmail.com
AGRADEÇO A ATENÇÃO!

Escolhas...













"E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção..."
(Há Tempos_Legião Urbana)

Durante o mês de julho participei do segundo encontro das Tendas da Terra, onde aprendo a me conectar comigo enquanto Mulher, com as minhas gerações de Mulheres e com as minhas Irmãs. E neste encontro especial, tive o privilégio de conhecer o artista Alex Grey através de suas obras uma delas é esta figura postada hoje.
Linda e reflexiva, esta figura me faz ver o que não vejo, me faz sentir o que preciso ver para sentir, me faz perceber que sou luz e que sou responsável por ser luz e com isso me traz a responsabilidade de ser quem eu sou verdadeiramente.
Trazendo para o meu trabalho, se eu não estou feliz com o meu trabalho, ou se não estou feliz com os meus colegas de trabalho ou se estou infeliz na empresa onde trabalho, como fica o meu campo energético? Como vejo as pessoas ao meu redor, como lido com tudo isso?
Então se tudo depende de meu campo energético e de como lido com minhas energias, é claro e evidente que sou responsável por minhas escolhas.

Por isso, a partir de hoje não escutarei mais o que me faz sentir mal, fico surda para as coisas que me fazem mal. A partir de hoje não verei somente os defeitos ou a feiúra nas pessoas, fico cega para as coisas que me fazem mal. A partir de hoje serei responsável por minha produção ao universo, farei coisas belas, falarei coisas bonitas, ajudarei com minhas ações a embelezar o mundo.

quinta-feira, 12 de junho de 2008


CONHECENDO-ME PARA ME AMAR
Bernadete Menegathy - do meu livro "Entre Duas Realidades" - www.menegathy.com.br

Eu somente amo aquilo que eu admiro.
Eu somente admiro aquilo que eu conheço.
O amor por mim mesmo começa pela admiração que sinto por mim.
Para me admirar preciso me conhecer.


COMO REALMENTE EU SOU:

EU SOU:
Corpo Físico e Energético (matéria/energia)
Mente Racional e Cósmica (lado direito/esquerdo do cérebro)
Emoções e Sentimentos (sentir/reagir)
Espírito (evolução constante)
Vida em Sociedade (relacionamentos)


MINHA NATUREZA:
Humana (enquanto residente no Planeta Terra)
Divina (enquanto um Ser Cósmico)


MINHAS ENERGIAS:
Yin (negativa, feminina, intuitiva, passiva)
Yang (positiva, masculina, racional, dinâmica)
Polaridades próprias da vida na Terra.
Estas energias fluem pelo corpo físico através dos meridianos e são equilibradas pelos chacras.


MEU SER HUMANO:
Individual (eu comigo mesmo)
Social (eu com o outro)
. Interdependência contínua


MEU SER DIVINO: (Questões Existenciais Básicas)
DE ONDE VIM:
D. EU. S (início e fim)

PARA ONDE VOU
Ser Cósmico

PARA QUE ESTOU AQUI:
Missão Cósmica

PARA QUEM EU VIVO:
Para Tudo e para Todos – energias compartilhadas na intimidade e infinitude do ser.

Mistérios desvendados gradativamente
pelo olhar interno e pelo olhar externo
atentos e vigilantes
na leitura dos sinais
do mundo interior e do mundo exterior
no eterno aqui e agora.

Por tudo isso, eu me amo e sei: - EU SOU! EU SOU EU!

Uma das técnicas que trabalho na psicoterapia com meus clientes é o grounding, então, conheça um pouco mais dos benefícios:
"Grouding é enraizar-se no planeta, contato com a realidade que nos torna a todos humanos, semelhantes, emocionais, capazes de amar e sentir dor, compaixão, alegria, prazer. A realidade dos sentimentos, vivida no nosso corpo vivo e brilhante, não apenas com experiências mentais. Nos levou a compreensão de que é possível desenvolver no corpo, através de exercício, a capacidade de vibrar e com isso ir dissolvendo a rigidez ao mesmo tempo em que criando condições para o tecido tolerar uma maior carga energética. Ao tolerar mais carga energética em movimento, nos tornamos capazes de sentir novas emoções. "
Alexander Lowen, criador da Bioenrgética


sábado, 7 de junho de 2008

Cada Cor uma Função


As cores são usadas para ativar estados emocionais. Existe a Cromoterapia que é o estudo de diversas técnicas para ativar junto à necessidade do indíviduo com profissionais especializados.
Também as cores na vida têm um significado especial, basta ver um arco-íris para o coração derreter em alegrias e os olhos encherem de emoção. Ir à uma exposição de pinturas. Pintar Mandalas. Escolher a cor da roupa a usar. Escolher a cor de seu quarto, de sua casa. Enfim, diversas são as maneiras e as praticas que fazemos das cores em nossas vidas.
Aqui coloco o significado das cores, utilize e mude a vibração...

Amarelo: Melhora o autocontrole, estimula o raciocínio lógico, favorece à
uma atitude de harmonia, otimismo, vitalidade , entusiasmo, alegria
justiça, sabedoria, vigor mental. O amarelo, é fortificante e tem ação
normalizadora das funções glandulares; É indicado para exaustão
nervosa, problemas de pele, diabetes, indigestão, constipação
intestinal, problemas do fígado. Alguns terapeutas afirmam que o
amarelo fortalece os olhos e os ouvidos alem de ajudar na cura da
artrite.

Azul: Controla a fala e a auto-expressão, traz tranqüilidade , paz mental,
compreensão, verdade, honestidade, capacidade de trabalho e
prosperidade.
De todas é a mais curativa, tem efeito sedativo, analgésico, anti-séptico,
relaxante, regenerador celular, equilibra o sistema nervoso, auxilia no
combate das infeções em geral, indicado na remoção de dores de cabeça,
enxaquecas, problemas de garganta, febres, sarampo, caxumba,
catapora, pruridos (coceiras), insônia e é útil em casos de asma. Ajuda a
abaixar a pressão arterial.

Branco: Representa pureza em sua forma extrema. Tanto a cor branca como a
preta encerram em si a total potencialidade. O branco representa a
pureza e a sinceridade de todos os seres.

Dourada: Significa alegria, bem estar físico e mental, pensamentos claros.

Índigo: Ajuda a expandir a mente liberando-a de medos e inibições.
Purifica o sangue, melhora a visão e a audição; É indicado para afeções
dos olhos, ouvidos e nariz, auxilia em problemas pulmonares .

Laranja: É a cor da alegria, elimina medos e inibições, podendo ser usada para
dar mais vida a uma atitude, eleva o nível mental, aumenta a
compreensão, a tolerância, a criatividade e a vivacidade.
Esta cor tem função energizadora sobre músculos e ossos, sendo
também indicada para reumatismo, disfunções hormonais dos ovários,
distúrbios e infeções dos rins, pulmões, baço, cálculos biliares É
anti-depressiva, promove a boa digestão, beneficia a maior parte do
sistema metabólico, rejuvenesce e revitaliza, podendo também elevar
a pressão sangüínea. Associa-se às glândulas supra-renais, estimula
as funções corporais e mentais, da energia e favorece o intelecto.

Marrom: É a cor do barro e da folhagem de outono.
Desenvolve algumas qualidades, como a perseverança.
Cor da materialidade, do amor infernal. O marrom transmite
insegurança, atrai pensamentos e críticas negativas.
Não é indicado para pessoas tímidas ou emocionalmente
dependentes.

Prata: Representa a receptividade, espontaneidade, intuição.

Preto: Atrai todas as vibrações para si, absorvendo-as. Funciona como um
isolante. Trata-se da cor da auto-negação.

Rosa: Estimula o amor, a compaixão, a beleza, melhora os relacionamentos
afetivos e familiares. Ativador, acelerador e eliminador de impurezas
do sangue.

Verde: Provoca um sentimento de renovação, equilíbrio, harmonia, calma, cura



O Poder e a Magia das Ervas

Pensamentos do bem inevitavelmente elevarão a sintonia do seu dia, e até da sua vida, para o caminho feliz e harmônico.
No entanto, diversos são os obstáculos na caminhada por isso a ajuda com uma prática que nossos ancestrais faziam e fora-se perdido com o tempo, ainda é muito atual, simples e super bem vinda.
Tomar um chá de sua preferência ou indicativo à algo específico, assim como tomar banhos de imersão ou com sachê no chuveiro ou até com uma bacia onde fosse preparado as ervas são sugestões para o uso das ervas. Os incensos também são ótimos aromatizantes de ervas.
Bom uso!

Abaixo seguem algumas indicações:
  • Negócios: benjoim, canela, cravos da índia, louro;
  • Adivinhação: alecrim, anis estrelado, artemísia, canela, freixo, louro, noz-moscada, rosa, sândalo;
  • Fertilidade: carvalho, girassol, mandrágora, noz, papoula, pinho, romã, rosa;
  • Cura: alecrim, arruda, canela, cardo bento, cravo, eucalipto, freixo, hortelã, lavanda, maçã, mirra, narciso, rosa, sálvia, violeta;
  • Amor: alecrim, canela, cominho, coentro, jasmim, laranja, lavanda, limão, lírio, maçã, manjericão, verbena, violeta;
  • Dinheiro: amêndoa, artemísia, brionia, camomila, cravo, jasmim, madressilva, manjericão, menta, trigo;
  • Proteção: alecrim, angélica, arruda, boca de leão, artemísia, erva doce, freixo, louro, peônia, verbena, visgo.
  • Purificação: açafrão, alfazema, alecrim, aniz, arruda, hortelã, lavanda, limão, louro, mirra, olíbano, sabugueiro, sândalo, sangue de dragão.
Texto extraído do site cículo sagrado

sexta-feira, 11 de abril de 2008

COMO LIDAR COM A SUA RESISTÊNCIA À MUDANÇA

Resistência à mudança é algo absolutamente normal e esperado em TODOS os seres humanos. Esta resistência se manifesta de diversas maneiras, que vai desde a ansiedade, o descontentamento frente às novas situações, até mesmo à sabotagem das mesmas. O importante é aprendermos a lidar melhor com nossas resistências. Uma coisa que ajuda é entender porque resistimos. Existem 03 motivos principais pelos quais os seres humanos resistem às mudanças:

1. Economia de energia: somos uma “máquina” programada para sobreviver. Sobreviver significa, entre outras coisas, não desperdiçar energia. Nosso organismo, para economizar energia, busca fazer sempre as mesmas coisas, pois assim “automatizamos”. Por exemplo: quando estamos aprendendo uma coisa nova, como dirigir um carro, precisamos gastar muita energia, pois é necessário muito treino, muita atenção, pensar em tudo o que é preciso fazer... Depois que já dirigimos inúmeras vezes, esta ação passa a ser automática: dirigimos sem ter que pensar em como mudar uma marcha etc. Neste momento, estamos economizando energia. Assim, o organismo tende a não mudar, pois mudar é o mesmo que aprender coisas novas: gastar mais energia...

Saída: lembrar que o gasto de energia inicial logo cessará, pois logo aquilo que é novo já estará “automático” no nosso comportamento. Pensar que o esforço inicial trará benefícios!

2. Medo do novo: parece que todos os animais têm um “instinto” de se evitar o novo, pois, por este ser desconhecido, poderá ser ameaçador. O problema é que, dentro das organizações, ficar apenas no conhecido é que é, de fato, ameaça! Já que o mercado exige constantes mudanças das empresas e, por conseguinte, das pessoas.
Saída: buscar transformar o “desconhecido” em “conhecido”. Como: buscar descobrir o que irá acontecer; planejar a mudança, de forma a “antever” como esta será. Há um cuidado fundamental neste aspecto: buscar saber o que irá acontecer não é o mesmo que escutar boatos. Durante processos de mudança nas empresas, é muito comum os envolvidos, por estarem ansiosos com o desconhecido, começarem a “prever” o que irá acontecer. Assim, se levanta “palpites” que, daí a pouco, se transformam em “realidades” para quem escuta. As conversas informais “de corredor” são capazes de inventar “monstros” sobre a mudança que desafiam qualquer lógica, mas que são adotados por aqueles que não suportam o desconhecido.

3. Sentimento de perda: não há mudança que não nos force a abrir mão de algumas coisas: para eu ser promovido à gerente, terei que deixar de fazer atividades operacionais que me davam prazer... para eu comprar um carro novo, terei que me desfazer do antigo, no qual passei por momentos importantes e felizes... O ser humano não gosta de perder nada, ainda que esta perda lhe traga coisas melhores. Muitas vezes, quando precisamos mudar uma sistemática de trabalho, ou uma cultura da empresa, existe um sentimento (ainda que inconsciente) de que tudo o que eu construí ate aquele momento está sendo “jogado fora”.

Saída: fica mais fácil lidar com este sentimento quando conseguimos pensar em tudo aquilo que iremos perder com a mudança e, a partir daí, pensar nos GANHOS que a mudança trará. Para suportarmos esta fase, é importante estar o tempo todo mentalizando os ganhos.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Existe Magia no Trabalho???


Existe, sim.

E por que quase ninguém a vê?

Porque a magia no trabalho é como Deus e seus Anjos: você só vê se quiser, se tiver boa vontade e, principalmente, se acreditar. Se não, não vê.

Nós acreditamos tanto na magia no trabalho que até temos em nossa empresa um colega, o Fraga, que tem o cargo de Mentor da Alegria e Magia Organizacional. Quem quiser conhecê-lo, é só dar um pulinho lá.

A magia no trabalho está em pequenos detalhes. Em ações nas quais o Ser Humano se revela em sua divindade: generoso, amigo, solidário, disseminador da alegria e do carinho. Nem sempre essas ações ficam no foco da notícia, porque muitas delas são anônimas, particulares, pessoais. A mídia do Bem é o coração de que o recebe.

A magia no trabalho está na simplicidade das pessoas que trabalham. Gente comum, humilde, que ali está para realizar sonhos próprios, dos colegas, dos clientes e dos acionistas – porque acredita nesses sonhos. Podem ter curso superior, pós, mestrado, MBA ou não. A simplicidade e humildade a que me refiro estão acima de graduações, títulos e cargos – está na essência de cada um.

A magia no trabalho está na solidariedade dos que estão lado a lado, todo dia. Acreditem que os mesmos funcionários que recorrem a empréstimos sociais para resolverem seus problemas financeiros, são os primeiros a participar de campanhas internas de cunho social e beneficente para ajudar comunidades carentes. Os agasalhos que arrecadamos no inverno, por exemplo, certamente não são de luxo, mas são riquíssimos de solidariedade e amor. Com certeza aquecem muito mais do que aqueles comprados em lojas sofisticadas.

A magia no trabalho está na união de quem sabe pertencer a uma grande família – ainda que esta expressão nas empresas esteja em fase de extinção pelos incrédulos de plantão. Pode até haver discordâncias, como nas famílias de verdade, mas o desejo de harmonia e da busca de soluções supera as possibilidades de conflitos.

A magia no trabalho está no direito de sorrir enquanto se trabalha. De se emocionar, de demonstrar carinho e gratidão pelo colega ou pela empresa. Ou até irritação e tristeza, porque não se pode selecionar a manifestação de sentimentos – pode-se administrá-las. O fundamental é não reprimir o que é natural e espontâneo no ser humano.

A magia no trabalho está em acreditar que cada um tem uma missão na empresa. E em dar o melhor de si para cumprir essa missão com comprometimento e dedicação, porque ela faz parte da realização do profissional. Os resultados da empresa, quando alcançados, beneficiam a todos, indistintamente.

Pois bem, essas magias existem no trabalho, de forma perceptível e até palpável. E se você praticar uma delas – uma que seja - aprenderá a ver ou a sentir todas as outras. Basta acreditar e fazer a sua parte.

Para ajudar nisso é que temos um Mentor da Alegria da Magia Organizacional, o Fraga. Ele circula livremente pela empresa, lendo contos e poesias que levam à reflexão, ele passeia pelas áreas ouvindo quem precisa ser ouvido e passando mensagens de otimismo e carinho a todos – quem não gosta disso? Ele pode aparecer de repente na Produção, conversar com o pessoal de Vendas, do Marketing ou da área Financeira, pode interromper uma reunião de diretoria ou visitar os propagandistas no campo. Isso é ou não é mágico?

Para ajudar nessa magia é que o subtítulo dos cargos do nosso presidente e do superintendente é “Pau pra Toda Obra” – afinal, quem melhor pode dar “pitaco” em tudo, resolver tudo e descascar “abacaxis” de qualquer tamanho e de qualquer sabor e ainda por cima levar bordoadas generalizadas? Pois é, quem não acreditar nisso, que vá lá olhar o que está escrito na porta da sala deles.

Alguns leitores devem estar se perguntando: por que uma empresa se preocupa com essas coisas? Simples: porque elas fazem bem às pessoas que ali trabalham. Porque desmistificam essa coisa horrível e desagregadora chamada “poder”. Porque mostra, ao vivo e a cores, que somos todos iguais e ninguém é melhor do que o outro – e aqui está mais uma magia das tantas que praticamos.

Se nada de teórico e conceitual justificasse a prática dessas “loucuras” ou “utopias”, bastaria saber e perceber que elas promovem alegria e felicidade. Isso basta. Esse é o lucro que temos - além do outro, o convencional, que nos acompanha, graças a Deus, há vários anos de forma ininterrupta.

O legal em toda essa história é saber que para a prática dessas magias nenhuma empresa necessita de um prestidigitador profissional. Precisa apenas de gente comum, com um bom coração. Será tão difícil assim?



Floriano Serra é psicólogo, diretor de RH e Qualidade de Vida da APSEN Farmacêutica, eleita pelo terceiro ano consecutivo "uma das Melhores Empresas para Trabalhar" (Revistas EXAME / VOCÊ SA e ÉPOCA). É autor dos livros "A Empresa Sorriso" e "A Terceira Inteligência" (Editora Butterfly) e um dos 25 profissionais brasileiros incluídos no livro "Gigantes da Motivação".(Editora Landscape)

Feedback - dicas para doar e receber

Quando o feedback é utilizado de forma adequada, a pessoa que o recebe tem condições de avaliar melhor seu comportamento no grupo, uma vez que ela é informada de alguns aspectos que até então lhe passavam desapercebidos. A partir dessa avaliação, ela pode modificar o seu comportamento e, com isso, contribuir para o funcionamento eficiente do grupo. Assim, o feedback leva a pessoa a uma melhor integração com o grupo e conseqüentemente, aumenta sua satisfação dentro deste. Algumas dicas para quem dá o feedback:

1. Qual a sua intenção? Antes de dar um feedback, é importante refletir sobre minha intenção em estar fazendo isto. O feedback deve ser um “presente” que você deverá oferecer para o crescimento do outro. Se esta não for a intenção, é melhor não fazer...

2. Fale direto para a pessoa: evite comentar com outras pessoas sobre algum fato que envolve você e algum colega de equipe. Isto vai provocando um clima cada vez pior no grupo. Além disto, sua postura profissional poderá ser questionada, pois este tipo de atitude pode ser classificada como “fofoca”.

3. Especifico: o feedback deve se referir a fatos específicos, evitando generalizações e utilizando rótulos. Por exemplo, em vez de dizer: “você é uma pessoa irritante”, o feedback seria mais bem utilizado se contivesse a seguinte informação: “você me irritou quando, na última reunião, não deixou que Silvia se manifestasse”.

4. Descritivo ao invés de avaliativo: para que o feedback possa atingir o objetivo de ajudar alguém se perceber melhor, ele deve ser mais descritivo do que avaliativo, isto é, deve descrever aspectos que tenham sido realmente observados no comportamento da pessoa. A pessoa que dá o feedback não deve julgar o comportamento da outra, mas apenas informá-la a respeito de como ele é percebido, reduzindo, assim, a necessidade desta última reagir defensivamente. Por exemplo, se alguém diz: “você teve uma boa participação na última reunião do grupo”, não está descrevendo o comportamento apresentado pela pessoa, mas apenas emitindo um julgamento sobre ele. Neste caso, um feedback mais útil poderia ser: “você manifestou sua opinião quando Paulo a solicitou”.

5. Mostrar os efeitos daquele tipo de comportamento: após descrever o fato ocorrido, é importante falar o que este gerou: Ex: “seu grito fez com que a equipe não desse mais idéias a respeito da festa de final de ano”, ou “quando você não me convidou para participar da reunião, eu me senti muito magoada...”.

6. Oportuno: o momento de se dar o feedback é outro fator de extrema importância para que realmente haja um aproveitamento de seu objetivo. Feedback na presença de outras pessoas pode gerar um constrangimento e conseqüente não aceitação por parte de quem está recebendo. Evite também deixar passar muito tempo do fato ocorrido: a tendência é de que se “deixe para lá”, ou ainda que o ouvinte nem se lembre ao certo o como agiu naquela ocasião. Obviamente, você só deverá dar o feedback caso perceba que tanto você quanto sua contraparte estão em condições psicológicas para dar e receber de forma adequada.

7. Solicitado: o momento mais oportuno para se dar um feedback é quando a pessoa solicita. Não perca oportunidades como esta.

8. Forma e conteúdo (amor verdade): a forma como se dá um feedback é tão importante quanto o conteúdo do que se está falando. Seja sempre franco com seus colegas de trabalho. As coisas que não são ditas claramente no dia-a-dia acabam aparecendo de outras maneiras que só corroem o relacionamento... Porém, isto deve ser feito sempre com cuidado e respeito. O carinho com que se consegue dar um feedback diminui possível resistência de quem está recebendo.

9. Checar se a pessoa entendeu: como cada um percebe os fatos de forma diferente, vale a pena perguntar o que a contraparte entendeu sobre seu feedback. Caso perceba alguma distorção, explique novamente.

10. Não existe quem está certo ou errado. Existem apenas percepções diferentes dos mesmos fatos. Não tente convencer sua contraparte de que você está com a razão. O mais importante é combinar como agirão no futuro em relação ao assunto tratado e como buscarão sinalizar quando alguém “fugir” do combinado.

11. Lembre-se: muitas vezes usamos o termo “feedback” como sinônimo de crítica, mas na verdade ele pode ser também positivo (um reconhecimento). É um retorno para o outro, pode ser um reconhecimento ou um ponto a ser melhorado. Muitas vezes, um elogio é a melhor forma de ajudar um colega a se desenvolver...

Para quem recebe um feedback, principalmente quando este se referir a um ponto a ser melhorado:

1. Ouvir sem justificar: muitas vezes, tendemos a justificar o porque somos ou agimos de determinada maneira. Isto é uma maneira de se defender de um feedback. Ouça o feedback, tire dúvidas caso não tenha entendido algo direito, agradeça e diga que irá refletir sobre o ocorrido.

2. Ouvir sem contra-atacar: também é muito comum aproveitarmos o momento que estamos recebendo um feedback para falar à contraparte coisas sobre ele. Se você não teve a iniciativa de dar um feedback ao colega, não deverá fazer isto quando ele teve. Lembre que este momento não está sendo nada fácil também para quem está lhe dando o feedback. Ouça, tire dúvidas caso não tenha entendido algo direito, agradeça e diga que irá refletir sobre o ocorrido.

3. Elaborar: normalmente feedback que informa sobre um ponto a ser melhorado é um prato de difícil digestão... Não é fácil quando nos deparamos com algo que não havíamos percebido de nós próprios. Leva-se um tempo para assimilarmos este tipo de coisa. Ao receber um feedback, mantenha-se aberto para pensar sobre aquilo que lhe foi dito. Pense se você já não fez isto outras vezes, talvez com outras pessoas. Não tente buscar justificativas do porque você agiu assim, isto só fará com que você se conforme e não busque mudar.

4. Verificar com outros: algo que pode ajudar no entendimento de um feedback recebido é buscar a percepção de outros colegas sobre alguma atitude sua. Busque pessoas que você confia e solicite que sejam sinceras e não “boazinhas”.

5. Tem que incomodar a ponto de fazer mudar: Se sua reação frente aos feedbacks é de “indiferença”, provavelmente não haverá mudança nenhuma em seu comportamento. Normalmente receber feedback gera um incômodo. Canalize esta energia para conseguir provocar uma mudança positiva em sua maneira de ser.

6. Lembre-se: não existe quem está certo ou errado. Existem apenas percepções diferentes dos mesmos fatos. Não tente convencer sua contraparte de que você está com a razão. O mais importante é combinar como agirão no futuro em relação ao assunto tratado e como buscarão sinalizar quando alguém “fugir” do combinado.



Joacir Martinelli.

Aconselhamento Profissional_cartão


Este é outro lindo trabalho que venho desenvolvendo em Florianópolis. E também fora Florianópolis. É o trabalho de Aconselhamento Profissional, ou Coach. Utilizo a ferramenta da Thomas International, (para maiores informações acesse: http://www.thomasinternational.net/ ), PPA - Personal Profile Analisys (Análise do Perfil Profissional) onde trataremos de um laudo minucioso acerca do cliente (Pontos Fortes, Limitações, Fatores Motivacionais, Auditoria Gerencial, Perfil entre outros). A partir deste, confeccionamos juntos (eu e o cliente) o seu PDI - Planejamento de Desenvolvimento Profissional e com monitoração durante o período certo há ver seus resultados, ou seja, o seu desenvolvimento individual e profissional. Aqui não tratamos do grupo, mas evidentemente o impacto no grupo que esta pessoa faz parte será grandioso.
Sucesso Sempre!
Entre em contato.

Consultora em Gestão de Pessoas_cartão

Este é o trabalho que venho desenvolvendo em Florianópolis.
Para maiores informações descritivas sobre meu trabalho, por favor, entre em contato que lhe responderei com a maior satisfação.

domingo, 30 de março de 2008

Indicação de Filme...confira!




Amigos,

assisti, ou melhor, conheci um filme que posso dizer que é uma descoberta para um caminho de vida em plenitude.

O título é: "The Pursuit of Happyness" (A Procura da Felicidade). Gosto muito de filmes verídicos e este é um destes filmes, se vc assitir por tv à cabo não terá acesso ao making of, onde conhecerá um pouco mais sobre a vida da pessoa em questão.

Uma verdadeira história de vida, um herói sob todas as nações, não um herói americano, uma pessoa que sobreviveu aos desafios do destino. Com garra, com motivação, com criatividade, com bom humor e principalmente com perseverança. Este filme não é daquelas histórias onde as coisas vão acontecendo ao acaso e se resolvendo, é uma história de muita luta, por isso o chamo de herói e já assisti 3 vezes. A procura da felicidade sempre!

Vai minha indicação para vocês!

Um abraço de Luz!!!

Os “4 C´s” para competir com criatividade e inovação na carreira

Acesse o link, leia e coloque em prática!

Você S/A - Produção mais responsável

A indústria está aquecida no Brasil e, para reduzir o impacto de sua expansão, investe na formação de pessoas preocupadas com o crescimento sustentável.

Acesse o link e boa litura!

sábado, 15 de março de 2008

Ócio Criativo_Domenico de Masi


É o que diz o sociólogo italiano Domenico De Masi. O problema: não sabemos como administrar o tempo livre.
O sociólogo italiano Domenico De Masi trabalha nove meses por ano. Nos outros três, descansa numa cidadezinha na Costa Amalfitana, no sul da Itália. Um arranjo perfeito? Ainda não, segundo De Masi. O perfeito, na sua opinião, seria fazer o contrário: gastar nove meses lendo, ouvindo música, conversando com amigos - e trabalhar só nos três meses restantes. Fantasia? Nem tanto, sustenta ele, se houvesse mais racionalidade no ambiente profissional e na maneira como produzimos. De Masi é um especialista em sociologia do trabalho. Segundo ele, na era pós-industrial (a do próximo século) vamos ter cada vez mais ócio e menos trabalho. O problema, segundo De Masi, é que não sabemos usar direito nosso tempo livre. "Nenhum executivo precisaria trabalhar mais do que 5 ou 6 horas por dia", diz. "Só fica no escritório porque não sabe o que fazer fora dele."
Foi com idéias como essas que De Masi, numa recente passagem pelo Brasil, despertou intenso interesse de todos os que tiveram oportunidade de ouvi-lo - a partir de uma entrevista apresentada no programa Roda Viva, da TV Cultura, na primeira segunda-feira de janeiro. O sucesso foi tanto que a emissora, a pedido dos telespectadores, reprisou-a na semana seguinte. Mais de 1 000 pessoas compraram a fita de vídeo com a íntegra da entrevista. Quem conseguiu comprar seu exemplar da fita, distribuiu cópias para os amigos, parentes e vizinhos. A entrevista coincidiu com o lançamento do primeiro livro de De Masi no Brasil. A primeira edição de A Emoção É a Regra, da editora José Olympio, esgotou nas livrarias. Uma nova edição precisou ser providenciada às pressas. De Masi é professor titular de sociologia do trabalho da Universidade de Roma La Sapienza. O que você vai ler a seguir é um resumo de algumas de suas principais idéias, apresentadas no programa da TV Cultura.

NUNCA VIVEMOS TÃO BEM
Tenho muitos amigos intelectuais que às vezes dizem que queriam ter vivido no século 18, ou na época dos gregos, ou na época dos romanos, ou no Renascimento. Creio que esses amigos se iludem. Há 20 ou 30 anos, bastava ter uma dor de dente para que isso fosse uma grande tragédia. Acho impossível não sermos otimistas em uma situação como a atual. Pensemos um pouco nos dados. Em 800 gerações, desde o homem de Neandertal até nossos avós, a média de vida humana girou sempre em torno de 29 a 30 anos, ou cerca de 262 800 horas. Nossos bisavós viviam 32 anos (os homens) e 33 anos (as mulheres). Hoje, em apenas duas gerações, temos uma média de vida de 79 anos, no caso dos homens, e 82 anos, no das mulheres.
Desde sempre o ser humano esperou trabalhar o menos possível, ser o mais rico possível, se cansar o menos possível, sofrer o menos possível. Tudo isso ainda não foi atingido, mas estamos no caminho certo. Creio que, graças ao progresso tecnológico e científico e à globalização, vê-se finalmente uma luz no fim do túnel. Houve pouco progresso humano em 80 milhões de anos. Depois, na Mesopotâmia, há 7 000 anos, o progresso foi extraordinário: descobriu-se a escrita, a economia, a moeda, a astronomia... Em Atenas, na era de Péricles, havia 40 000 homens livres, 20 000 estrangeiros naturalizados e 350 000 escravos. Cada homem livre, em Atenas, tinha entre escravos, esposas e donas de casa, oito ou nove pessoas à sua disposição. Hoje, para fazer o que essa gente toda fazia, temos lava-louças, máquinas de lavar, elevadores, telefones...

BUROCRACIA E CRIATIVIDADE
As tecnologias que hoje temos à nossa disposição substituem o trabalho. Isso significa que resta ao ser humano o monopólio do trabalho criativo. Mas criatividade é o oposto de burocracia, porque é a fantasia aliada à realização. Realização sem fantasia gera burocratas. Portanto, burocracia e criatividade são opostos. O mundo atual precisa dos criativos, e já os premia. Os atores, os criadores de moda, os cientistas, os artistas são muito mais cortejados e gratificados que os executivos. Estamos num mundo em que reduz-se progressivamente a tarefa executiva, que é delegada às máquinas, e diminui-se o espaço dos burocratas.
Por sua própria vocação, os burocratas são sádicos. Um burocrata é feliz quando pode matar as idéias dos criativos. O burocrata é feliz ao poder dizer a frase: "Lamento, mas venceu o prazo". É a frase que maior orgasmo proporciona aos burocratas. O burocrata vê os limites, ao passo que o criativo vê as oportunidades e transforma até vínculos em oportunidades. Enquanto o burocrata tem razão nove vezes em dez, o criativo erra nove vezes, mas, quando acerta uma vez, está abrindo novos caminhos para a humanidade. Na sociedade pós-industrial haverá cada vez menos lugar para os burocratas. A criatividade e a estética determinam nossa felicidade. Os burocratas determinam nossa infelicidade.


POR QUE OS GÊNIOS SÃO GÊNIOS
A criatividade resulta de fantasia e realização. Acontece que é difícil encontrar alguém muito fantasioso, criativo e efetivo ao mesmo tempo. Quando ocorre, temos um gênio. Michelangelo foi um gênio. Não porque inventou a cúpula de São Pedro. Mas porque, após desenhá-la, aos 72 anos, convenceu o papa a financiar seu projeto, achou os escultores e os carpinteiros, e os dirigiu - eram 3 500 pessoas - por 20 anos, até a sua morte. Não havia apenas fantasia, mas uma grande realização.
É difícil, portanto, encontrar gênios. Mas será que é possível criá-los? Na minha opinião, podemos desenvolver a criatividade coletiva, gerada por grupos em que uns têm maior fantasia e outros, maior capacidade de realização. Veja o meu caso: com certeza, sou fantasioso e pouco realizador. Se não fosse assim, eu seria muito rico. Mas o fato de eu ser sobretudo um homem fantasioso não é positivo. Positivo seria ser fantasioso e realizador ao mesmo tempo. Para se tornar criativo, um grupo deve ter diversidade de classes sociais, não pode ser acadêmico nem burocrático. E deve ter o espírito de luta e desafio. Deve ter também um forte senso estético.
Quando eu era mais jovem, pensava que todos podiam ser educados para ser gênios. E perdi talvez um pouco de tempo a mais com colaboradores que não tinham essas possibilidades. Eu os estimulei demais, exigindo o que não tinham. Depois entendi que devemos ser mais realistas, e que só podemos ter de cada colaborador aquilo que ele pode dar. Não é justo baixar o nível de estímulos, mas também não é justo exigir demais.

BASTAM 5 OU 6 HORAS DE TRABALHO
O progresso, tecnológico e organizacional, permite a produção de maior número de bens e serviços com menos trabalho humano. De um lado, isso determina que, fora da empresa, o desemprego pode aumentar. De outro, dentro da empresa, determina um fenômeno que chamo de "horas extras". Qualquer executivo hoje, após 4 ou 5 horas de trabalho, poderia ir embora para casa. Mas essas pessoas se acostumaram a ficar somente no escritório - e acabam fingindo, para elas mesmas, que têm muito trabalho. Concluí há pouco uma pesquisa com 11 empresas italianas. O resultado foi que os executivos (não falo do alto escalão, mas do médio) poderiam fazer tudo o que fazem em, no máximo, 5 ou 6 horas por dia. Todos poderiam ir embora depois disso. Mas ficam até o fim do expediente e, muitas vezes, até depois - ou seja, fazem "horas extras". O que os executivos realizam nesse tempo em que ficam a mais na empresa? Duas coisas: fazem reuniões, geralmente inúteis; e criam normas para os outros.
Estou dando consultoria a uma grande empresa italiana do ramo metal-mecânico. Tenho reuniões mensais com o presidente e com seus dez maiores colaboradores, e todo mês passo a eles uma lição de casa. Cada um deve trazer às reuniões duas normas a serem eliminadas. Resultado: são eliminadas 22 normas a cada reunião. Apesar de já termos suprimido mais de 200 regras, ainda existem muitas que arruinam a vida da empresa. As normas e as horas extras, quase sempre se destinam a permitir que os executivos "façam companhia" aos chefes. As horas extras geram muita tristeza nas empresas. Os executivos felizes são raros. E, muitas vezes, se convencem de que o dever da empresa não é a felicidade dos funcionários. Observei que as que têm mais êxito são as empresas com funcionários mais felizes, pois onde são mais felizes são mais criativos - e, portanto, mais eficientes.

PREPARAR O TEMPO LIVRE
O futuro é feito sobretudo de tempo sem trabalho. Nossos avós viviam 300 000 horas e trabalhavam 120 000 horas. Nós vivemos 700 000 horas e trabalhamos no máximo 70 000 horas. Enquanto nossos avós trabalhavam metade da vida, nós trabalhamos um décimo. Entretanto, a escola e a família só nos preparam para o trabalho - não nos preparam para o tempo livre. Ninguém nos diz como escolher um filme. Ninguém nos diz como escolher uma ópera. Ninguém nos diz o que ouvir nem como ouvir música. Ninguém nos ensina a curtir as pessoas. Por isso, o executivo que fica 10 ou 12 horas por dia no escritório leva trabalho para casa quando sai para o fim de semana. Sim, porque não sabe fazer mais nada. Muitas vezes, no verão, na praia, ele liga para o escritório para ter notícias do trabalho. É obcecado pelo trabalho. E depois, aos 55 ou 60 anos, é mandado embora. Mas, por causa dos avanços da medicina, essa pessoa ainda vai viver mais 20 ou 30 anos. Só que não sabe o que fazer.
Na minha opinião, a velhice não se calcula em relação ao nascimento, mas em relação à morte. Ou seja, somos velhos, mesmo, só nos últimos dois anos de vida. Quando o homem vivia 50 anos, ficava velho aos 48. Mas hoje, que vive 80 anos, fica velho aos 78 anos. Ou seja, ao se aposentar aos 60 anos, a pessoa ainda vai viver 20 anos sem saber o que fazer. Viverá uma vida fisicamente forte, mas psiquicamente perdida. Acho que no futuro será impossível distinguir estudo e trabalho de tempo livre, por causa das próprias atividades desse futuro.

O LUXO DO TEMPO
Nossos escritórios são gaiolas de vidro, terríveis, onde não nos sentimos bem. Somos obrigados a conviver com colegas antipáticos, com chefes muitas vezes mal-educados, comendo coisas péssimas... Mas ficamos o tempo todo lá. As empresas, aliás, fazem de tudo para trazer para dentro do ambiente de trabalho o bar, o restaurante, a creche, com o objetivo de evitar a saída dos funcionários. O tempo livre deve ser, sobretudo, o momento do luxo. O que é luxo hoje? No passado, luxo podia ser o dinheiro, os carros de muitas cilindradas ou os barcos. Hoje, as coisas raras são, sobretudo, o tempo, o espaço, o silêncio, a autonomia, a segurança. Estes são os grandes luxos para o século 21.

SOMOS ESCRAVOS DO SALÁRIO
Sempre existiu escravidão. Antes os escravos eram presos a correntes. Hoje podemos ser escravos da droga, do amor, do prazer. Levamos muitos séculos para nos libertarmos da escravidão. Depois, a tecnologia industrial ajudou a nos libertar do cansaço físico e de toda uma série de trabalhos terríveis, perigosos, nocivos à saúde. É hora, agora, de nos libertarmos do cansaço intelectual, do trabalho "residual". Isto implica o quê? Para começar, implica que não sabemos organizar o trabalho. Por que temos pais que trabalham 10, 12 horas por dia enquanto os filhos estão desempregados? A resposta é que não teríamos que fazer isso. Ninguém impede que pai e filho trabalhem 5 horas cada um. Ninguém nos impede de reorganizar a sociedade, de modo que o trabalho não seja o único salvo-conduto para ganhar um salário. Por que um estudante, um garoto de 20 anos, ganha um salário para trabalhar num banco e não pode ganhar o mesmo salário para continuar apenas estudando na universidade? Em muitos edifícios há elevadores e um garoto ou uma garota trabalhando como ascensoristas. São totalmente inúteis. Estão fechados numa caixa, mas, se não sobem e descem apertando o botão para nós, não recebem o salário. É uma loucura! Pode-se dar a esses jovens o salário e dizer: "Vá para a escola!" ou "Vá se divertir". Criamos uma sociedade na qual quem não trabalha ou não finge trabalhar não tem o direito de viver. É uma loucura total.

MOZART PODERIA TER SIDO AÇOUGUEIRO
Todos somos mais criativos em alguma coisa e menos em outra. Acho que Mozart ou Beethoven seriam péssimos matemáticos. Consta de suas biografias que eram péssimos no dia-a-dia. Beethoven, por exemplo, brigava com todos os senhorios. Só em Viena, mudou-se 30 vezes. Era incapaz de organizar sua vida cotidiana. Morreu num quarto desleixado, sujo, terrível. No entanto, na música, era gênio absoluto. A primeira coisa é entender em que somos criativos. Cada um é mais criativo em uma coisa do que em outra. Se Mozart não fosse filho de Leopoldo, que tinha uma grande paixão por música, e fosse filho de açougueiro ou de médico, seria açougueiro ou médico, e teríamos perdido um grande músico. A criatividade não é um ponto de partida - é um ponto de chegada. Criativo é quem é capaz de aliar o melhor daquilo que herdou da natureza ao aprendizado. Contam que uma senhora muito rica teria pedido a Picasso um retrato. Picasso o fez em segundos e cobrou muito caro. A mulher disse: "Mas isto só levou alguns segundos. Não deveria custar tanto". Ele respondeu: "Não foram alguns segundos. Eu levei a vida toda para pintá-lo".

AS MULHERES AGORA DETÊM O PETRÓLEO
A sociedade industrial nasceu do Iluminismo. Antes do Iluminismo, os fatos da natureza (raio, trovão ou uma epidemia) eram atribuídos ao desejo dos deuses ou do diabo, e assim por diante. O Iluminismo introduziu a racionalização. Os seres humanos têm condições de entender racionalmente os acontecimentos físicos e humanos e dominá-los. Um dos maiores iluministas foi Benjamin Franklin, o inventor do pára-raios. E o raio era o mais típico dos feitos caprichosos dos deuses, de Júpiter ou dos outros. Mas a indústria nascida do Iluminismo exacerbou o conceito de racionalização. Partiu do princípio de que tudo que é bom é racional.
Mais: o Iluminismo acrescentou que tudo que é racional é masculino e se refere à produção, e produção se faz na empresa. Tudo que é ruim, ao contrário, é emocional, e emocional é feminino, e feminino se refere à reprodução, e reprodução é feita em casa. Houve, portanto, uma cisão terrível entre os homens, que se atribuíram o poder e o monopólio do trabalho, e as mulheres, que foram deixadas em casa. Mas hoje nos damos conta de que as empresas não progridem sem idéias, e que isso requer fantasia, subjetividade, estética e emotividade. É como se, de repente, o petróleo fosse importante, e descobríssemos que você tem petróleo e eu não. O petróleo da era pós-industrial será criatividade, estética, emotividade, subjetividade.
Quem tem isso são as mulheres. Não é dádiva da natureza. É que nós (homens) nos descuidamos, e as mulheres as cultivaram. Era só o que podiam cultivar. De fato, hoje, nos campos de maior criatividade - no cinema, no teatro, na literatura, na imprensa, na televisão -, o número de mulheres cresce sempre mais. Caminhamos para uma sociedade em que a mulher é considerada à altura do homem. Isso não aconteceu por bondade do homem. As mulheres souberam lutar para impor essa realidade. Elas têm uma vantagem sobre nós. Podem ter filhos sem marido, e nós não podemos ter filhos sem mulher. Isso cria um desnível a favor delas.

GLOBALIZAR É UM INSTINTO HUMANO
Hoje se fala muito em globalização, mas, se perguntarmos a um executivo o que é mesmo globalização, ele não sabe. Globalização é quase um instinto humano. Os homens sempre procuraram globalizar seus conhecimentos. Primeiro, por meio da descoberta, da exploração e da cartografia de todo o planeta. Depois, com as grandes viagens. Com armas e mercadorias, tentou-se conquistar as regiões recém-descobertas do mundo. Depois, as conquistas se deram por meio dos capitais e das idéias. A Igreja a fez com os missionários. A CNN a faz através de sua rede de televisão. E o Brasil, por suas novelas. Hoje, temos tudo isso junto. Há todas as formas de globalização anteriores e temos que acrescentar que, pela primeira vez, há um "país" hegemônico, que tem seu exército em todo o planeta.
Pela primeira vez saímos de duas guerras mundiais. Pela primeira vez saímos de uma guerra fria. Pela primeira vez temos os meios de comunicação de massa. Com isso tudo, a globalização política passou a ser econômica e agora está se tornando psicológica. Temos dados desconcertantes: 32 milhões de pessoas por hora consomem Coca-Cola; 18 milhões de pessoas comem por hora um hambúrguer do McDonald's. Somos globalizados em tudo. Não só a economia foi globalizada. Nossa personalidade e nossos sentidos também. Vemos em qualquer lugar os mesmos filmes. Ouvimos em qualquer lugar a mesma música. Todos os aeroportos do mundo têm o mesmo cheiro. Vivemos em uma globalização psicológica, que, de um lado, transforma o mundo numa grande vizinhança e mescla as experiências, mas, de outro, aniquila as diferenças. E aniquilar as diferenças é terrível.

*** *** ***

Esta entrevista é encontrada no site da Você S/A, digitando o tema: Criatividade. Domenico de Masi também é autor do livro: Criatividade e Grupos Criativos, além de outros.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Canal IDEAL

Um canal de TV diferente, com temas corporativos para sua carreira profissional. Acesse o link e saiba um pouco mais. Eu assisto sempre, muito bom e atual. Indicado!!!



Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram.
Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual.
Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua. Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chakras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma).
Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.
Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.
A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.
http://www.viacapella.com.br/portal/lotus.htm

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Conforme prometido, segue o significado sobreo o nosso símbolo, Flor de Lótus, a abertura do inconsciente Iluminado para a sua Luz.
O nosso projeto do Aconselhamento Profissional acontece nesse sentido, de Você - ser Iluminado - abrir-se através do seu Autoconhecimento para a sua Luz. Principalmente através da Vontade Verdadeira em ser responsável pelas Lutas e Vitórias diárias. Os acontecimentos se tornam iluminados, pois, contém percepções que o ajudarão no entendimento do maravilhoso desafio que é a busca pela Felicidade.
Aceita o Desafio, Acredita no Desafio?...postem seus comentários...

O que é arte objetiva? A criatividade está de alguma maneira ligada a meditação?


Arte pode ser dividida em duas partes. Noventa e nove por cento da arte é arte subjetiva. Só um por cento é arte objetiva. Os noventa e nove por cento de arte subjetiva não tem nenhuma ligação com a meditação. Só um por cento da arte objetiva está baseada na meditação.
A arte subjetiva significa que você está derramando sua subjetividade sobre a tela, seus sonhos, suas imaginações, suas fantasias. É uma projeção da sua psicologia. O mesmo acontece na poesia, na música, em todas as dimensões da criatividade – você não está preocupado com a pessoa que irá ver sua pintura, nem preocupado com o que acontecerá com essa pessoa quando ela olhar para a tela; isso não é absolutamente sua preocupação. Sua arte é simplesmente uma espécie de vômito. Isso irá lhe ajudar, exatamente da maneira que vomitar ajuda. Isso acaba com a náusea, isso lhe torna mais limpo, mais saudável. Mas você não levou em consideração o que irá acontecer com a pessoa que irá ver seu vômito. Ela irá ficar nauseada. Ela pode começar a se sentir doente.

Olhe para os quadros de Picasso. Ele é um grande pintor, mas apenas um artista subjetivo. Olhando para seus quadros, você começará a se sentir doente, zonzo, alguma coisa fica agitada em sua mente. Você não tem como continuar olhando as pinturas de Picasso por mais tempo. Você gostaria de dar o fora, porque a pintura não procede de um ser silencioso. Ela vem de um caos. É um sub-produto de um pesadelo. Mas noventa e nove por cento da arte pertence a essa categoria.

A arte objetiva é exatamente o oposto. O homem não tem nada para jogar fora, ele está completamente vazio, absolutamente limpo. Desse silêncio, dessa vacuidade surge o amor, a compaixão. E desse silêncio surge uma possibilidade para criatividade. Esse silêncio, esse amor, essa compaixão – essas são as qualidades da meditação.

Meditação lhe traz para seu próprio centro. E seu centro não é somente seu centro, é o centro de toda a existência. Só na periferia somos diferentes. Quando começamos a nos mover em direção ao centro, somos um. Somos parte da eternidade, uma experiência de êxtase tremendamente luminosa que está além das palavras. Algo que você pode ser... algo porém, muito difícil de expressar. Mas surge em você um grande desejo de compartilhar isso, porque todas as outras pessoas ao seu redor estão tateando exatamente por tais experiências. E você as tem, você conhece o caminho.

E essas pessoas estão procurando em toda parte exceto dentro delas mesmas – onde ela está! Você gostaria de gritar nos ouvidos delas. Você gostaria de sacudi-las e de dizer a elas, “Abram seus olhos! Para onde estão indo? Onde você for, você estará se afastando para longe de si mesmo. Volte para casa, e mergulhe fundo dentro de você mesmo tanto quanto possível”.
Esse desejo de partilhar se torna criatividade. Alguém pode dançar. Existiram místicos – por exemplo, Jalaluddin Rumi – cujo ensinamento não estava em palavras, cujo ensinamento estava na dança. Ele irá dançar. Seus discípulos ficarão sentados do lado dele, e ele lhes dirá, “Qualquer um que sinta vontade de juntar-se a mim pode vir. É uma questão de sentimento. Se você não sentir vontade, isso é com você. Você pode simplesmente ficar sentado e observar".Mas quando você vê um homem como Jalaluddin Rumi dançando, alguma coisa dormente em você se torna ativa. Apesar de você mesmo, você descobre que se juntou a dança. Você já está dançando antes de tomar consciência de que aderiu a isso.

Mesmo essa experiência é de tremendo valor, que você foi puxado como por uma força magnética. Não foi uma decisão da sua mente, você não considerou a favor ou contra, juntar-se ou não juntar-se a dança, não. Somente a beleza da dança de Rumi, a expansão da energia dele, se apossou de você. Você está sendo tocado. Essa dança é arte objetiva.

E se você puder continuar – e lentamente você irá ficar cada vez mais desembaraçado, mais e mais capaz – logo você irá esquecer do mundo inteiro. Chega o momento, o dançarino desaparece e só a dança permanece.

Na Índia existem estátuas, que você só precisa sentar-se silenciosamente e meditar nelas. Basta olhar para essas estátuas. Elas foram feitas por meditadores de tal maneira, em tal proporção, que só em olhar para a estátua, a figura, a proporção, a beleza... Tudo é bem calculado para criar um tipo similar de estátua dentro de você. E apenas sentar silenciosamente com uma estátua de Buddha ou de Mahavira, você irá descobrir um sentimento estranho, que você não pode encontrar sentando ao lado de nenhuma escultura Ocidental.

Todas as esculturas Ocidentais são sexuais. Você olha a escultura Romana: bela, mas algo cria sexualidade em você. Isso bate no seu centro sexual. Isso não lhe enaltece. No Oriente a situação é totalmente diferente. As estátuas são talhadas, mas antes que um escultor comece a talhar estátuas ele aprende meditação. Antes dele começar a tocar na flauta ele aprende meditação. Antes dele começar a escrever poesia ele aprende meditação. Meditação é uma necessidade absoluta para qualquer arte; desse modo a arte será objetiva.

Depois, apenas ler algumas linhas de um haiku, uma forma Japonesa de um pequeno poema – somente três linhas, talvez três palavras – se você o lê silenciosamente, você ficará surpreso. Isso é muito mais explosivo do que qualquer dinamite. Isso simplesmente abre portas em seu ser.

O pequeno haiku de Basho que tenho ao lado do lago perto da minha casa. Eu o amo tanto, eu queria que isso ficasse lá. Então toda vez, vindo ou indo... Basho é uma das pessoas que tenho amado. Nada demais: Um lago antigo...isso não é uma poesia ordinária. Ela é muito pictórica. Basta visualizar:Um lago antigo. Um sapo pula nele... Você quase vê o lago antigo! Você quase escuta o sapo, o som de seu pulo: Plop!

E depois tudo é silêncio. O lago antigo está lá, o sapo pulou dentro, o som do pulo dele criou mais silêncio do que antes. Apenas ler isso não é como qualquer outra poesia que você vai lendo – um poema, outro poema... Não, você apenas o lê e senta-se em silêncio. Visualize-o. Feche seus olhos. Veja o lago antigo. Veja o sapo. Veja-o pulando dentro. Veja as ondulações na água. Ouça o som. E escute o silêncio que segue.
Isso é arte objetiva.

Basho deve ter escrito isso num modo bem meditativo, sentado ao lado de um lago antigo, observando um sapo. E o sapo pula dentro. E subitamente Basho se torna cônscio do milagre do som aprofundando o silêncio. O silêncio é mais do que era antes. Isso é arte objetiva.
A menos que você seja um criador, você nunca irá encontrar a real felicidade. É somente criando que você se torna parte da grande criatividade do universo. Porém, para ser um criador, meditação é uma necessidade básica. Sem ela você pode pintar, mas essa pintura tem que ser queimada, ela não tem que ser mostrada a outros. Isso foi bom, lhe ajudou a descarregar, mas por favor, não sobrecarregue ninguém mais. Não presenteie seus amigos, eles não são seus inimigos.
Arte objetiva é arte meditativa, arte subjetiva é arte da mente.

from The Last Testament, Volume 3, #24

quinta-feira, 13 de março de 2008

.:.Mandalas.:.

Pessoas Queridas, desculpe a ausência, mas estava envolvida com meus novos projetos no Aconselhamento Profissional.

Enfim, os modelos dos cartões ficaram especiais, feito com muito carinho por meu companheiro de luta, de risos, de sonhos..o cartão representa exatamento o quê desejo fazer neste novo projeto. Uma Flor de Lótus vêm simbolizando, com isso postarei algumas curiosidades sobre ela que têm tudo há ver com este caminho de Luz à quem decide trilhar, o caminho do autoconhecimento, além do presente que o nosso blog ganhou.

Estive em contato com o pessoal da Thomas International, com orçamentos e possibilidades para nossos PPA's que também merece postagem especial explicando do quê se trata esta ferramenta de Análise de Perfil Profissional que mais parece com um raio-x de nossa personalidade, eu não troco esta ferramenta por nada, me ajudou muito enquanto pessoa e com isso pude ajudar muitas pessoas nesta caminhada do autodesenvolvimento.

E a sala para o atendimento pessoal, simples mas de uma energia muito especial, onde ouvi os cantos dos pássaros e têm um pinheiro que para mim representa uma força e ao mesmo tempo uma sensação de sensibilidade..aliás, não sei qual o significado pinheiro quem souber por favor, postem seus comentários, agregará um monte ao nosso blog!!!

Well...fora isso recomecei o Mestrado na UFSC, com as aulas de Criatividade e Desenvolvimento Humano, muitas idéias aflorando para a produção destas aulas, mas por enquanto sentindo e observando todo o aprendizado que a academia proporciona.

Amigos, penso que por enquanto é isso aí...mandalas iniciando, outras continuando e outras terminando...a vida têm o significado que damos a ela...e vc qual o significado têm dado a sua???

Um Beijo de Luz,

JaNa.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Segredos dos Homens que mudaram a História


No livro intitulado "Nunca desista de seus sonhos", o autor
Augusto Cury tece interessantes considerações a respeito da capacidade humana de alterar o curso da própria história.
Diz ele, em resumo, que a maior genialidade não é aquela
que vem da carga genética, nem a que é produzida pela cultura acadêmica.
Mas sim, aquela que é construída nos vales dos medos, nos desertos das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos desafios.
Muitos sonhadores desenvolveram áreas nobres da sua
inteligência, atravessando turbulências aparentemente insuperáveis.Suportaram pressões que poucos agüentam. Viveram dias ansiosos,
sentiram-se pequenos diante dos obstáculos.
Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos.Zombaram de alguns, outros foram discriminados. Tinham todos os
motivos para desistir de seus sonhos, mas não desistiram. Quais foram
seus segredos?
Eles fizeram da vida uma aventura.Não foram aprisionados pela rotina. Embora não seja possível escapar
da rotina, esses sonhadores passaram parte de suas vidas criando,
inventando, descobrindo.
Tiveram uma visão panorâmica da existência mesmo

em tempo nublado. Foram empreendedores, estrategistas, persuasivos,
amigos do otimismo. Foram sociáveis, observadores, analíticos
e críticos.
Fizeram escolhas, traçaram metas e as executaram com
paciência. Segundo o filósofo Kant, "a paciência é amarga, mas
seus frutos são doces." A paciência é o diamante da personalidade. Muitos discorrem sobre ela, mas são poucos os que a
conquistam e colhem seus frutos.
Para Plutarco, "a paciência tem mais poder do que
a força". Não se pode medir um ser humano pelo seu poder político
e financeiro. Ele pode ser avaliado pela grandeza de seus sonhos
e pela paciência em executá-los.
No entanto, a paciência é um dos remos que impulsiona
o barco dos sonhos. O outro remo é a coragem. É necessário ter-se
coragem para correr riscos e superar os obstáculos. Aqueles que
têm medo jamais navegam em mares desconhecidos.
E por isso mesmo nunca serão capazes de conquistar
outros continentes. Os homens que transformaram seus sonhos em realidade aprenderam a ser líderes de si mesmos para depois liderar
o mundo que os cercava.
Tinham uma ambição positiva, queriam transformar a sociedade
em que estavam inseridos. Foram dominados por um desejo de serem
úteis para os outros. É possível destruir o sonho de um ser humano
quando ele sonha para si, mas é impossível destruir seu sonho
quando ele sonha para os outros.
Os ditadores jamais conseguiram destruir os sonhos daqueles
que sonharam com a liberdade do seu povo. Morrem os ditadores,
enferrujam-se as armas, mas não se pode destruir os sonhos
de quem ama ser livre.

* * *

O esforço em direção ao ideal traçado é ônus intransferível
de cada ser. Paciência e coragem servem de ferramentas poderosas
na realização de sonhos. No entanto, acima de tudo isso há a vontade
soberana e poderosa, capaz de justificar o início de qualquer projeto, bem
como de motivar-nos a seguir em frente.
Pensemos nisso.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Artigo: Janaína Nemoto

Liderança e Amorosidade

Trataremos sobre o tema Amorosidade sob a ótica organizacional, mais especificamente a Amorosidade na Liderança. Para tanto, iniciaremos com o significado da palavra Amorosidade.

“Amorosidade – qualidade ou virtude do que é amoroso”.
“Amoroso. 1 Que ou aquele que sente amor, que tem inclinação para o amor; 2 relativo ao amor; que contém ou demonstra amor; 3 propenso ao amor; que demonstra ternura, afeto;terno, meigo, carinhoso...”
(HOUAISS, 2001, p.194).

O Amor não existe sem o Sujeito, sendo esta emoção é inerente ao Sujeito. "O sujeito só existe em relação ao outro e o outro é tudo o que é não eu" apud Baptista. O sujeito como atuante numa Trama de Saberes e estas são feitas de interesses iguais de tribos, de musicalidade, de culturas e assim como de Organizações Vivas.

A Organização pode e deve ser referência atuante no sujeito-colaborador tornando parte integrante desta Trama de Saberes de seus sujeitos. Os modelos atuais são interativos, ou seja, o sujeito se sente verdadeiramente envolvido com seus interesses, suas práticas e suas responsabilidades nas Organizações que trabalham.

Os Valores Organizacionais hoje são extensões da Amorosidade: Compromisso com os Interesses em Comum, Cooperação, Comunicação Compartilhada, Simplicidade, Confiança. A busca pela Liderança que saiba equilibrar os interesses entre, pessoas e resultados organizacionais se faz necessário nos modelos organizacionais atuais.

“Quer dizer, quando digo “Trama de Saberes”, claro, estou utilizando uma metáfora para simbolizar também
entrelaçamentos, para explicitar que esses saberes também se cruzam como numa teia e vão
tecendo novos enredos de saberes, trama. São saberes que, se encontrando, se misturam, se
tocam, ainda que tendo suas peculiaridades. Encontro de saberes, trama.”
(BAPTISTA,1996;2000; CAPRA,1997)

Para esclarecer um pouco sobre a trama dos saberes, trataremos como um campo de um saber ou o campo de uma prática. As forças referem-se a atitudes: forças impulsoras ou forças frenadoras. Dependendo de seus interesses. Sendo através destas escolhas onde permanece a separação e individuação. A busca é o equilíbrio entre indivíduo e meio ambiente, modelo utilizado hoje da organização sustentável.

O Sujeito possui a necessidade de produzir e para tal a necessidade de interagir com outros sujeitos. Estes interesses múltiplos estabelecem através da comunicação e a efetividade desta só acontece através da verdade transmitida nas palavras, nos gestos e principalmente nas atitudes.

“Comunicação é interação de sujeitos, através do fluxo de informações
entre eles, numa espécie de trama-teia complexa, composta tanto de
elementos visíveis quanto invisíveis, corporais e incorporais, significantes
e a-significantes, podendo ser ou não mediada por dispositivos
tecnológicos, na constituição de algo como um campo de força de
encontro de energias, decorrente dos universos de referência de cada
sujeito envolvido. Quer dizer, encontro de universos de sujeito, universos
subjetivos.”
(BAPTISTA, 2000, p.33-34)

Um Líder sem Amorosidade não traz consigo a semente da Maestria Intrapessoal, não enfrentou suas sombras e reencontrou-se encontrando luz dentro dela e por fim não descobriu em si a liderança genuína. Na medida em que você aprende a amar, naturalmente você serve. É através deste caminho que há o amadurecimento pessoal e espiritual.

Aqui espiritualidade no enfoque da transcendência. São essas pessoas, que passaram por esse processo de aprofundamento e amadurecimento, desenvolvendo a compaixão, a paciência, a tolerância e o amor que vêm a serem líderes.

Somente após este aprendizado de liderar a si mesmo, de estar consciente e "comandando" a si próprio é que poderá liderar outras pessoas. Dessa forma surgem seres humanos com a capacidade de liderança que precisamos nestes tempos de transformação. Indivíduos como sujeitos da própria vida e que contribuem para que seus semelhantes também adquiram esta maestria. Para que seus liderados também encontrem a sua pedra filosofal, sua verdadeira missão de vida.

Em inglês coach traduzido significa treinador, uma das características fundamentais de um líder; Para isso a aprendizagem humana é essencial. A Aprendizagem Humana ocorre pela emoção pelo acolhimento no amor, pela amorosidade, assim a aprendizagem acontece verdadeiramente. Conforme Maturana, 1998, p.15 “Todo sistema racional tem um fundamento emocional.” A comunicação se dá pela amorosidade, assim como a aprendizagem também.

“...sobre o processo de aprendizagem humana pela emoção, pela amorosidade, pelo cuidado. Enfim, pelo acolhimento no amor e não na competição. É desta perspectiva que partem muitos dos estudos de Maturana, para quem o ato de aprender se constitui num fenômeno complexo que envolve as múltiplas dimensões do humano em seu indissociável processo de ser e de estar no mundo. Nas palavras de Maria Cândida Moraes, uma estudiosa de suas idéias no Brasil, o ato de educar acontece numa relação de integração entre corpo e espírito no ser e no fazer, pois quando isto não acontece o que temos é a instalação de um processo de alienação da pessoa que, muito provavelmente, a levará para uma perda do “sentido social e individual no viver” (MORAES, 2003, p.05).

Um tema tão simples e tão complexo ao mesmo tempo. Racionalizando não há condições de entendê-lo, pois a razão não consegue explicar a emoção aqui tratada: Amorosidade.

Como exemplo temos a burocracia no trabalho, os processos, os fluxogramas, estas foram ferramentas criadas na intenção de racionalizar uma necessidade. Qual a ferramenta então, para acompanhar a amorosidade organizacional? A atitude, o exemplo, a cooperação, a boa intenção, a interação.

No entanto os laços amorosos a que me refiro não são laços de concordância, de anulação do eu em relação ao outro, mas de aceitação em nome da boa convivência.

Aceitar é diferente de concordar, é esforçar-se por entender e principalmente compartilhar, por isso a necessidade dos fluxos informativos estarem aquecidos de afeto.

O sentido é desacomodar o sujeito para o reconhecimento do lugar do outro, do fluxo que vem do outro - seja esse outro, uma outra pessoa ou um grupo ou instituições ou organizações. E a busca é sempre pelas ações e interesses em comum nos fluxos informativos.


BIBLIOGRAFIAS:

BAPTISTA, M.L.C. Usina de Saberes em Comunicação - Uma experiência de Educação Autopoiética.

MATURANA R., Humberto; VARELA G., Francisco J. De máquinas e seres vivos:
autopoiese – a organização do vivo. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

HOUAISS, Antonio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2001.

BAPTISTA, Maria Luiza Cardinale. Comunicação: trama de desejos e espelhos. Os
metalúrgicos, a telenovela e a comunicação do sindicato. Canoas: Ed. ULBRA, 1996.

MORAES, M.C. Educar na biologia do amor e da solidariedade. Rio de Janeiro: VOZES, 2003.

MATURANA, H. A árvore do conhecimento. Campinas: Workshopsy, 1987.

MATURANA, H. Reflexões sobre o amor. In.: MAGRO, C; GRACIANO, M; VAZ, N. (Orgs). A ontologia da realidade. Belo Horizonte: UFMG, 1997.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Motivação ou Automotivação? A escolha é sua!

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Fonte Desconhecida


Peixe Fresco
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como "sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.
L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Indicação de Filmes com Sinopse


* O Poder Além da Vida: Dan Millman é um talentoso ginasta com sonhos olímpicos. Ele tem tudo; troféus, amigos, belas garotas e festas 'animais'. Até que um grave acidente muda seu destino para sempre. No processo de recuperação, ele conhece o misterioso Sócrates, um homem capaz de entrar em contato com outros mundos e novas dimensões de força e compreensão. Com sua ajuda, Dan começa a descobrir que sempre há muito o que aprender, e muito mais ainda a se esquecer, antes que o ser humano possa se transformar num 'Guerreiro de Paz'.

* Um Bom Ano: Aos 11 anos, Max Skinner (Freddie Highmore) é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry (Albert Finney), dono de um vinhedo na França. Adulto, Max (Russell Crowe) torna-se um bem-sucedido homem de negócios em Londres, sem qualquer tempo para degustações mais duradouras. Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro. Prevendo bons negócios, resolve fazer uma rápida viagem para visitar a nova propriedade. Mas, uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças de infância.

Diga Sim!


Não é nossa reação natural.

Por quê? Porque, ao dizer não, você se afirma e ganha autoridade - afinal, se você pode dizer não, é porque você é alguém. O não preenche nosso ego, é seu principal alimento, e por isso mesmo nós adoramos dizê-lo, Já a expressão "sim senhor" faz com que você se sinta inferior, subordinado a alguém, um joão-ninguém.

O sim é positivo e o não é negativo. O não preenche sua individualidade, mas o sim o ajuda a descobrir seu eu. O não fortalece sua individualidade, enquanto o sim a destrói.

Descubra se você pode dizer sim em determinada situação. Se não puder, se for mesmo impossível, só então diga não (...)

Tente isso algum dia. Prometa a si mesmo que durante 24hrs você tentará responder a tudo com um sim. Observe como isso é relaxante. Pense em coisas simples: uma criança pede para ir ao cinema, por exemplo. Ela, com certeza, irá a cinema, pois seu não nada significa. Seu não, na verdade, funciona como uma atração, um convite. A criança sabe que precisa apenas de um pouco de esforço e insistência para que seu não se torne um sim. Assim como você está reforçando sua individualidade, a criança também está reforçando a dela.

Ao tentar de todas as formas possíveis dizer sim, você sentirá uma grande dificuldade porque perceberá a força do não. É preciso mudar esse hábito.

O ponto de partida estabelece uma intenção e dá o tom a todas as coisas, mesmo ao fim. Por isso, só diga não quando realmente for impossível dizer sim. Não haverá muitas situações para dizer não se você começar com um sim. Mas, se começar com um não, terá poucas chances de dizer sim.

Pensamento positivo significa pensar de forma solidária - pensar com uma mente que diz sim.

(OSHO - Uma Farmácia para a Alma - Ed.Sextante - pág.27)